Como tudo neste magnífico sistema
cósmico obedeceum ordenamento impecável e implacável das
leis universais,
imperioso reconhecer, que colhemos o que
plantamos. Portanto, cumpre a cada um olhar para a própria vidae assumir a responsabilidade
por tudo o que dela faz parte eis que fruto do próprio cultivo. O comum, o
normal é atribuir aos outros os motivos de sofrimento e a si próprio os de
ventura. Em que pese a singelezado tema, os próprios defeitos impedem que se faça uma
correta avaliação do que está sendo vivido
pensando e sentindo com o cultivo realizado. Inegável que sofremos reflexos de
comportamentos alheios por força da lei do conjunto, mas, as reações internas
àquelas de fato nos fazem felizes ou amargurados, o sucesso ou o fracasso
profissional, familiar, social,são frutos das próprias atitudes. Assim,uma
atitude maldosa do outro repercute diretamente no próprio autor, impingindo
amargos e dolorosas sensações em sua consciência. No entanto, devido aos
próprios defeitos, “vaidade, amor próprio, rancor” e tantos outros, nos
torturamos por atitudes alheias que, naturalmente,provocam no seu autor as
colheitas de seu plantio. É que, nossos próprios defeitos nos inculcam ideia de
injustiça, nos atribuímos os melhores conceitos,merecedores de aplausos,
reconhecimentos e, portanto, pretendemos impor tais conclusões. Além disso, os defeitos antes mencionados nos
fazem sofrer por querer impingir ao “suposto” autor da maldade as sensações que
experimentamos. Ora, as sensações internas que cada um experimenta são de sua
exclusiva responsabilidade, conscientes, sabedores dospróprios cultivos,
nenhuma repercussão negativa ocorrerá. Por outro lado, os enganos que cometemos
acreditando plantar a paz quando semeamos a guerra, cultivar o bem quando plantamos o mal, fazer o certo quando estamos errados, inevitavelmente, proporcionarão as colheitas dos próprios
equívocos. Não é possível plantar abacaxis e colher morangos. Somos
responsáveis por nossas próprias colheitas, o segredo está em conhecer a
semente que cultivamos para não reclamar amanhã do fruto indesejado oriundo da
própria ignorância em reconhece-lo como tal.
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