
Somos movidos a energia, sem ela, perdemos força, nos debilitamos, adoecemos e morremos. Importante atentar, que todas as partes de nossa constituição, seja física, mental ou espiritual contém e são movidos a energia. Mais fácil é a percepção dos efeitos dela e ou, sua ausência, nos aspectos relacionados a parte física do ser, na ausência de disposição, no cansaço, do mau funcionamento de qualquer função. O inadequado funcionamento de qualquer órgão ou função produzirá no ser, imediatas reações, as quais, caso não tratadas adequadamente, resultarão em efeitos nefastos na saúde do ser. No entanto, o que menos pensa o ser, é que, salvo raras exceções, o comportamento do indivíduo é o responsável pelos desequilíbrios os quais, inevitavelmente, produzirão danos depois lamentados. Tudo o que existe, foi criado e obedece ditames de leis, dentre elas a do equilíbrio, a qual, alterada, atuará a fim de corrigir e restabelecer o percurso. A natureza é um eloqüente laboratório de observação, sempre atuando a fim de corrigir os desvios provocados pela atividade humana. A vida humana exige, para um adequado funcionamento, seja conhecida, tratada e cuidada a fim de não alterar o equilíbrio, especialmente, que sejam nutridos e exercitados, adequadamente, todos os campos de sua constituição. Se pensarmos no condicionamento físico, nos músculos, nervos, ligamentos, etc, a manutenção, regular funcionamento, depende de atividade, a inércia, produzirá atrofias até a total aniquilação. O curioso é que, devidamente exercitado, ao mesmo tempo em que consome energia, o físico a produz em quantidade maior, resultando em reservas que depois poderão ser desfrutadas. Assim, nas demais partes de nossa constituição, veremos que é a atividade que gera energia e a inércia que produz a morte. Resta o convite para nos próximos dois artigos, refletirmos um pouco mais sobre outras partes de nossa vida, de idêntica importância e alcances inimagináveis.




