domingo, 2 de fevereiro de 2014

A viagem



 Seguro de viagem Itau!
 Embora o escasso conhecimento,  possível intuir,  que a  atual viagem individual, já percorreu longos trajetos, sem que a consciência consiga, neste percurso,  aproveitar o conhecimento adquirido anteriormente. Também possível intuir que  outras se sucederão e terão uma íntima e direta ligação com tudo o que formos capazes de cultivar, observar, compreender,  sentir e viver neste interregno. Ou seja,  cada um de nós é um veículo que transporta uma preciosidade  sendo responsável por conduzi-la até os mais elevados graus de evolução humana, ou até, entregá-la em total decomposição em virtude das ações e omissões praticadas na viagem e que, ao invés embeleza-la e enriquecê-la com conhecimentos transcendentes,  foi utilizada para o mal, assim entendido todo pensamento, sentimento, palavra, ação ou omissão que objetivou causar sofrimento ao semelhante. Não importa o tempo de duração da viagem e sim o que cada um faz durante o percurso. Muitos passam o percurso reclamando do calor, do frio, do trânsito, das curvas da estrada, dos obstáculos encontrados, dos demais seres que de uma forma ou  outra fazem parte do trajeto individual. Outros procuram, a cada dia, acordar agradecendo a oportunidade de viajar mais um dia, e, na noite anterior preparam-se para desfrutar de tudo o que será oferecido no dia seguinte, seja de bom ou ruim, pois tudo é motivo de aprendizado. Na verdade a viagem contém um único objetivo, recolher o máximo de elementos, valores que façam enriquecer a preciosidade que carregamos, a fim de entregá-la melhor do que recebemos no início dela. No entanto, pouco ou nada sabemos desse verdadeiro objetivo, e, desaproveitamos o percurso com futilidades, egoísmos, rancores, acreditando que valemos o poder ou o patrimônio que conseguimos amontoar. Por conta disso não temos tempo para observar e compreender os inúmeros movimentos que ocorrem em nossa mente, na do semelhante, na natureza os quais são os únicos capazes de nos ensinar como conduzir o veículo. E, por conta disso, a cada dia,  sentimos o frio e o vazio provocado pela inconsciência do vivido, e, certamente,  chegaremos ao final constatando que se tivéssemos a oportunidade de começar de novo tudo seria diferente.

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