segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Lutar e vencer



 the pursuit of happiness: Lutar

A  luta é a lei da vida,  de modo que,  enquanto desfrutarmos da oportunidade de permanecer nesta dimensão, continuaremos, incessantemente, travando lutas nos diversos campos da vida. Portanto, de plano, cumpre recordar, sempre, que todas as dificuldades que surgem em nossas vidas,  são oportunidades de aprendizado, de superação,  e que,  de nossas ações ou omissões surgirão, naturalmente,  os resultados. Aceitar os desafios, diariamente, é o primeiro passo para atingir o êxito. Cientes disso, preparados para as batalhas,  não seremos surpreendidos, ao contrário, estaremos atentos, vigilantes a todos os movimentos que nos rodeiam, e, desta forma, tomar as decisões mais acertadas. Estas decisões, movimentos que nos conduzirão a perder ou vencer as lutas,  surgem de nossos próprios comportamentos,  ou seja, tem origem no mundo interno, especialmente,  nos pensamentos e sentimentos que presidem as ações ou omissões. Desse modo, as lutas, são perdidas ou ganhas no próprio mundo interno de cada um,  segundo sejam as decisões tomadas. Quanto maior for o domínio dos impulsos, freando atuações precipitadas, equivocadas,  oportunizando a reflexão e compreensão do que está sendo vivenciado,  para, só então, decidir pela ação ou omissão, manifestação ou silêncio, maior será a possibilidade de êxito. A grande maioria das lutas são perdidas,  devido á precipitação do momento, onde palavras são jogadas ao vento causando um estrago que não poderá mais ser reparado, por outro lado,  o silêncio oportunizará que o agitado mundo interno tenha tempo de serenar para só então, no sossego,  poder avaliar o contexto, o conjunto de informações que precisam ser analisadas para que a decisão seja a mais adequada possível. Por óbvio que o conhecimento, o grau de inteligência individual, propiciará,  uma melhor análise dos acontecimentos, mas, é preciso sempre,  duvidar da própria perícia, suspeitar daquele impulso que nos impõe uma reação imediata, geralmente,  fruto das irrefletidas ações das deficiências. Assim sendo, independentemente do campo em que as lutas são travadas, do grau de conhecimento, do saber acumulado pelo ser, decisivos nos acertos e erros, fatores determinantes são o domínio dos impulsos internos, das reações do instinto ou das deficiências (rancor, vaidade, amor próprio, impulsividade, susceptibilidade etc), que maculam, nublam, impedem a inteligência de fazer uma análise mais ampla do quadro para só então decidir pela ação, omissão, manifestação ou silêncio. Portanto,  as lutas são perdidas ou vencidas no próprio mundo interno de cada um.

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