
Vivemos, comumente, desejando aos seres que gostamos, “paz, saúde e felicidade”. Inegável da beleza, grandeza dos pensamentos e sentimentos que envolvem referida manifestação, no entanto, a pretensão não contém a capacidade, o poder de oferecer nenhum dos objetivos perseguidos. É que, todos os objetivos de vida referidos, dependem, primordialmente, do próprio individuo. O desejo de saúde não será alcançado se não se dispor o ser a cultivar hábitos saudáveis, se não cuidar de sua alimentação, não praticar exercícios físicos, se não cuidar de seus pensamentos e sentimentos, culminando por produzir estados internos amargos, os quais, inevitavelmente, produzirão efeitos negativos. Da mesma forma, a felicidade só será alcançada se no mundo interno do próprio ser estiverem bem definidos os objetivos da vida, e, ao mesmo tempo, as ações estiverem convergido para o almejado. Assim também é em relação a paz, jamais haverá paz no ceio familiar, social, global até que os seres, individualmente, não cultivarem em seus mundos internos pensamentos e sentimentos que se coadunem com tal objetivo. Não é possível alcançar paz com guerra, cada ação implica em reação na mesma intensidade e natureza, cada causa produz um efeito, a resposta será proporcional e da mesma índole do que a ação, (leis da causa e efeito, correspondência). Portanto a paz nasce, cresce e se desenvolve dentro de cada individuo, e, deste estado de equilíbrio, serenidade, paciência, tolerância, respeito, surgirá a paz. É preciso pois, prestar atenção nos pensamentos e sentimentos que possuímos, deles nascerão nossas palavras e atos, os quais serão responsáveis pelo oásis da paz ou pelos ruídos da guerra. Portanto é preciso assumir, que somos responsáveis pelo ambiente que desfrutamos, o qual nasce no interno e se estende a todos os lugares que vivemos.
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