Durante os milhares de anos da
existência humana, temos vivido uma constante transformação no modo de vida,
especialmente, em virtude dos grandes
avanços na área da ciência, propiciando um modelo totalmente diferente do
original, certamente, jamais imaginado.
Em que pese os decisivos avanços em todos os sentidos, inclusive no grau de inteligência
humana, os valores, que demonstram a grandeza de um ser continuam inalterados.
Inegável da passagem por esta dimensão de inúmeras mentes brilhantes, seja nas artes, ciência, conhecimentos
transcendentes. Impossível, não lembrar,
dos grandes pensadores que até hoje
guiam a humanidade com seus ensinamentos produzidos muito antes dos avanços
antes referidos. No entanto, como dito, até hoje a avaliação da grandeza de um
ser não depende, exclusivamente, dos domínios de um mister, de uma grande
descoberta. Também não dependem do grau de inteligência corrente, àquela utilizada para as atividades cotidianas
da vida material. Ou seja, a grandeza de
um ser, não decorre do cargo que ocupa,
o poder atribuído no exercício de uma
função, tampouco o grau de evolução intelectual para resolver os misteres da vida comum. Aliás, não é raro encontrar o detentores do poder
impondo seus defeitos, sua arrogância, se mau humor, fruto de suas próprias
frustrações aos outros, justamente pela situação que desfrutam.
Independentemente do cargo, da função, do poder, do grau de inteligência, da
quantidade de bens materiais acumulados, a única prova de grandeza de um ser
são seus valores, ou seja, sua conduta, onde não atua a “persona”
e sim a individualidade, o “doce ente”
da humanidade, àquele que busca com suas palavras, ou silêncio, ações ou
omissões, cumprir os seus deveres, sempre pensando no bem pelo bem mesmo, sem egoísmo,
vaidade, amor próprio, colaborando para que o outro e o mundo sejam melhores e
mais felizes.
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