quinta-feira, 20 de junho de 2013

A uníca prova de grandeza



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Durante os milhares de anos da existência humana, temos vivido uma constante transformação no modo de vida, especialmente,  em virtude dos grandes avanços na área da ciência, propiciando um modelo totalmente diferente do original, certamente,  jamais imaginado. Em que pese os decisivos avanços em todos os sentidos, inclusive no grau de inteligência humana, os valores, que demonstram a grandeza de um ser continuam inalterados. Inegável da passagem por esta dimensão de inúmeras mentes brilhantes,  seja nas artes, ciência, conhecimentos transcendentes. Impossível,  não lembrar,  dos grandes pensadores que até hoje guiam a humanidade com seus ensinamentos produzidos muito antes dos avanços antes referidos. No entanto, como dito, até hoje a avaliação da grandeza de um ser não depende,  exclusivamente,  dos domínios de um mister, de uma grande descoberta. Também não dependem do grau de inteligência corrente,  àquela utilizada para as atividades cotidianas da vida material.  Ou seja, a grandeza de um ser,  não decorre do cargo que ocupa, o poder atribuído  no exercício de uma função, tampouco o grau de evolução intelectual para resolver  os misteres da vida comum. Aliás,  não é raro encontrar o detentores do poder impondo seus defeitos, sua arrogância, se mau humor, fruto de suas próprias frustrações aos outros, justamente pela situação que desfrutam. Independentemente do cargo, da função, do poder, do grau de inteligência, da quantidade de bens materiais acumulados, a única prova de grandeza de um ser são seus valores, ou seja,  sua conduta, onde não atua a “persona” e sim a individualidade,  o “doce ente” da humanidade, àquele que busca com suas palavras, ou silêncio, ações ou omissões, cumprir os seus deveres, sempre pensando no bem pelo bem mesmo, sem egoísmo, vaidade, amor próprio, colaborando para que o outro e o mundo sejam melhores e mais felizes.

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