Sem dúvida, independente da vida
que levamos, pretendemos que nossa estrela brilhe, que espalhe luz pelos
caminhos por onde andamos. È comum alguns, em certos momentos, sentirem o
influxo desta luz, e, permanecerem por longos períodos como se ela não
brilhasse. Muitos são os que sofrem porque acreditam que não contém essa força
capaz de transformar tanto o mundo interno quanto o externo. Como em todos os
enganos que cometemos na vida, a luz que
brilha ou a escuridão que nos acompanha é fruto da sabedoria ou da ignorância.
O brilho da estrela é fruto dos acertos, das condutas adequadas, corretas, do bom procedimento e, especialmente,
da energia que emerge do mundo interno e nos conduz pelo caminho do bem, transformando e
mudando os caminhos por onde passamos. A luz que brilha não é aquela do
externo, representada pelas belas vestes douradas ou até pela quase
inexistência delas, não, esta é efêmera e somente durará o tempo em que a
própria ilusão permitir. A luz que nos faz feliz, que ilumina o próprio caminho
e os demais esta situada nas profundezas do ser. Precisamos descobri-la, cultivá-la, dando-lhe os elementos que a
fazem brilhar, a força desta energia está diretamente ligada com a qualidade e
quantidade de alimento fornecido. O alimento que faz a luz brilhar é o saber,
não àquele que oprime, que é fruto da vaidade e do amor próprio senão dos conhecimentos transcendentes que nos
fazem seres melhores, com objetivos altruístas, sempre pensando em fazer com que os outros e o mundo seja melhor e mais
feliz.
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