sexta-feira, 12 de julho de 2013

A estrela que brilha



 
 Sem dúvida, independente da vida que levamos, pretendemos que nossa estrela brilhe, que espalhe luz pelos caminhos por onde andamos. È comum alguns, em certos momentos, sentirem o influxo desta luz, e, permanecerem por longos períodos como se ela não brilhasse. Muitos são os que sofrem porque acreditam que não contém essa força capaz de transformar tanto o mundo interno quanto o externo. Como em todos os enganos que cometemos na vida,  a luz que brilha ou a escuridão que nos acompanha é fruto da sabedoria ou da ignorância. O brilho da estrela é fruto dos acertos,  das condutas adequadas,  corretas, do bom procedimento e, especialmente,  da energia que emerge do  mundo interno e nos  conduz pelo caminho do bem, transformando e mudando os caminhos por onde passamos. A luz que brilha não é aquela do externo, representada pelas belas vestes douradas ou até pela quase inexistência delas, não, esta é efêmera e somente durará o tempo em que a própria ilusão permitir. A luz que nos faz feliz, que ilumina o próprio caminho e os demais esta situada nas profundezas do ser. Precisamos descobri-la,  cultivá-la, dando-lhe os elementos que a fazem brilhar, a força desta energia está diretamente ligada com a qualidade e quantidade de alimento fornecido. O alimento que faz a luz brilhar é o saber, não àquele que oprime, que é fruto da vaidade e do amor próprio senão  dos conhecimentos transcendentes que nos fazem seres melhores, com objetivos altruístas, sempre pensando em fazer com  que os outros e o mundo seja melhor e mais feliz.

Nenhum comentário:

Postar um comentário