Um dos grandes fatores responsáveis
por nos distanciar do criador, do grande objetivo desta vida, é o fato
de termos nos tornado materialistas, confiando, apenas naquilo que os
olhos físicos possam ver e de alguma
forma tocar. Os grandes avanços da ciência querendo descobrir a origem da vida
produzindo as mais importantes descobertas de nossos mecanismos físicos, tem
nos direcionado a tais limitações. Por outro lado, o alimento oferecido para o
mecanismo imperecivel, imaterial, não tem satisfeito a espécie, eis que, limita-se a repetir fatos
supostamente ocorridos no passado, incutindo ideia de que nos é permitido
apenas acreditar, desprestigiando a própria constituição, mental e sensível,
criadas, exatamente, para que façamos
todas as descobertas possíveis através da inteligência. Mesmo com estas
constatações, continuamos na escuridão, porque não detemos informações
concretas do que, de fato, existe após a morte. A ciência como não pode
comprovar, restringe-se a duvidar. Já a crença, conforma-se em pedir que acreditemos.
Mesmo diante dos inúmeros relatos de pessoas que tiveram experiências de quase
morte, detalhando inefáveis sensações e experiências vividas do outro lado, a
ciência teima em duvidar. Neste momento, termino de ler o livro “Uma Prova do Céu”
escrito por um renomado Neurocirurgião
americano, contando suas experiências de
quase morte, nos 08 dias e que permaneceu em coma. Mesmo duvidando da existência pós morte, as
experiências relatadas, mostradas por quem
também duvidava da partícula imperecedoura humana, mostram, que este pequeno fragmento do percurso onde
respiramos, nos é dado, para
capacitarmos para retornar de onde viemos,
especialmente, para que
melhoremos a figura contribuindo para que os demais que virão possam receber a
luz de nossos próprios conhecimentos para a condução rumo a eternidade.
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