quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Vida



 Muito se questionaSee full size image sobre o momento em que tem início a vida humana. Por outro lado é consenso que o último suspiro faz cessar este percurso que conhecemos e chamamos  de vida física. Além desses dois aspectos,  um terceiro nos incita a pensar   desde o instante  em que os mecanismos inteligentes assim o permitam, trata-se de saber,  se,  de fato,  a vida compreende única e exclusivamente o período que medeia o nascimento e a morte. Em que pese a decisiva importância, poucos são os que se detém a refletir sobre a importância de tais conhecimentos, senão vejamos: Se de fato a vida humana se restringe ao período compreendido entre o nascimento e a morte, qual a importância desta passagem, de nossos atos, comportamentos?  Qual a importância de sabermos o exato momento do início e do término dela? Qual a importância de adotar uma conduta meritória de empenho durante o percurso físico, de fazer o bem,  evoluir,  lutar contra tantos males que atingem a  humanidade, ou de viver semeando maus pensamentos e sentimentos?  Se vida é somente o tempo físico, qual a explicação para tantos que sequer conseguem sentir os primeiros sopros dela? Porque uns  nascem e carregam grandes males físicos que os fazem penar por todo percurso enquanto outros esbanjam saúde?  Centenas, milhares  de perguntas podem ser feitas,  sem,  no entanto,  encontrar uma resposta que a todos satisfaça.  No entanto, intuímos, não raras vezes,  que existe algo muito maior do que a concepção aceita pela ciência como vida, sinais  nos indicam que nada acontece por acaso,  que tudo o que produzimos ou deixamos de produzir ficará registrado nos anais deste mecanismo chamado cosmos com o devido sinal de seu autor, contribuindo para o bem ou para o mal da humanidade futura.

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