Muito se questiona
sobre o momento
em que tem início a vida humana. Por outro lado é consenso que o último suspiro
faz cessar este percurso que conhecemos e chamamos de vida física. Além desses dois aspectos, um terceiro nos incita a pensar desde o
instante em que os mecanismos
inteligentes assim o permitam, trata-se de saber, se, de
fato, a vida compreende única e
exclusivamente o período que medeia o nascimento e a morte. Em que pese a
decisiva importância, poucos são os que se detém a refletir sobre a importância
de tais conhecimentos, senão vejamos: Se de fato a vida humana se restringe ao
período compreendido entre o nascimento e a morte, qual a importância desta
passagem, de nossos atos, comportamentos?
Qual a importância de sabermos o exato momento do início e do término
dela? Qual a importância de adotar uma conduta meritória de empenho durante o
percurso físico, de fazer o bem, evoluir,
lutar contra tantos males que atingem
a humanidade, ou de viver semeando maus
pensamentos e sentimentos? Se vida é
somente o tempo físico, qual a explicação para tantos que sequer conseguem
sentir os primeiros sopros dela? Porque uns
nascem e carregam grandes males físicos que os fazem penar por todo
percurso enquanto outros esbanjam saúde?
Centenas, milhares de perguntas
podem ser feitas, sem, no entanto,
encontrar uma resposta que a todos satisfaça. No entanto, intuímos, não raras vezes, que existe algo muito maior do que a concepção
aceita pela ciência como vida, sinais nos indicam que nada acontece por acaso, que tudo o que produzimos ou deixamos de
produzir ficará registrado nos anais deste mecanismo chamado cosmos com o
devido sinal de seu autor, contribuindo para o bem ou para o mal da humanidade
futura.
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