sábado, 3 de novembro de 2012

Ganhar ou perder?



 http://28.media.tumblr.com/tumblr_lfc6tqB1MU1qgthfno1_500.jpg
 
Desde o momento em que começamos a pensar, nos damos conta que vivemos uma eterna luta, não por acaso deveríamos saber que a luta é a lei da vida. Ocorre que,  somos preparados para vencer,  e, por isso, temos imensas dificuldades em assimilar e compreender as derrotas. Por outro lado, embora o desejo de vencer em todas as lutas que enfrentamos,  sequer sabemos para que a queremos,  qual sua utilidade para a própria vida,  família e humanidade. Na verdade as grandes lutas, as maiores, àquelas que nos fazem vencedores ou perdedores ocorrem no mundo interno, é ali,  onde se vence ou é derrotado,  dependendo dos objetivos pelos quais se luta. A primeira grande luta  é a luta contra os pensamentos, de vaidade, de rancor, de amor próprio que buscam, a todo custo vencer sem preocupar-se com os meios, com os resultados  seus objetivos para o futuro próprio e dos demais. Vencida esta primeira luta, estabelecidos os propósitos de bem, os meios,  imprescindível recordar, a cada momento,  de manter-se obediente  para não malograr o processo. No entanto o comum é, uma vez na luta, esquecer-se dos propósitos, meios planejados para lançar mão de todas as armas possíveis, normalmente,  sob a justificativa maquiavélica de que os meios justificam os fins, e ou  ainda da necessidade de paridade de armas. Alcançada a vitória, o maior objetivo passa a ser massacrar, machucar, ferir os perdedores a fim de mostrar da força, capacidade.  Analisando o contexto, resta claro que todo àquele que se utiliza de todos os meios para vencer, é um perdedor,  como também o  é  àquele que vencida a luta passa a ostentar, propalar, gabar-se  em detrimento do sofrimento do derrotado. Ao final dos dias, quando a consciência chama,  restará, a cada um,  a alegria do dever cumprido, das realizações de bem,  assim consideradas àquelas que serviram para fazer a humanidade melhor,  e ou o frio,  o vazio,  da vaidade, arrogância, amor próprio e tantos outros defeitos que enfeiam a criatura.

Nenhum comentário:

Postar um comentário