segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Feliz por tudo II


No artigo anterior, restaram algumas reflexões sobre as diferentes reações que os mesmos acontecimentos, fatos, circunstâncias propiciam ao ser humano. A mesma imagem, pôr do sol, chuva, lua, estrelas, o mesmo acontecimento, encontrar um amigo, irmão, pai, filho, esposa, resulta em diferentes sensações. Como dito, as diferenças decorrem do estado interno do ser, ou seja, como a mente e o coração julgam o fato. Portanto a sensação, feliz, triste ou até a ausência dela, dependem do estado de ânimo, dos “olhos” da mente e do coração humano frente ao fato. Evidente que,  amargo o mundo interno, impossível será uma doce “visão”, da mais bela imagem ou acontecimento,  e o “feliz por tudo” se tornará o “infeliz por tudo”. Mudar este estado de coisas implica em fazer drásticas correções de rumo, especialmente, cultivar a gratidão, sentimento pelo qual são transformados os fatos não tão positivos em oportunidades de aprender, melhorar e superar dificuldades. O ser “feliz por tudo”, analisa,  e julga  o que ocorre ao seu redor pelo lado positivo que cada obstáculo oferece, enquanto o amargurado, de tudo reclama. A simples reflexão de alguns fatos na vida individual serão suficientes para comprovar o acima articulado senão vejamos: Quais as sensações experimentadas num por de sol na praia, no acampamento, na véspera de um feriadão, final de semana? E numa segunda feira? E numa bela noite de lua cheia quando expectativas intimas fazem  vibrar? E no mesmo ciclo lunar quando inexistem expectativas internas? Tais sensações, portanto, são fruto do estado interno e dependem de consagração intima, valorizando, pensando e sentindo o momento vivido, sendo grato a ele. E, assim a vida pode ser transformada, recebendo cada acontecimento como algo útil na vida,  sendo feliz por acordar numa segunda feira e ter inúmeras atividades para desenvolver, quando tantos sequer detém um trabalho ou ainda não podem desfrutar desta oportunidade. Recordar que somos perecíveis que os instantes vividos não voltam mais, ser grato a Deus pela vida e por tudo que nos é oferecido.

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