
Certamente, o maior desejo de cada um é viver o dia
feliz. Em que pese o desejo, poucos são os que se dispõe a pensar no que é
preciso fazer para que isso ocorra. De quem é a responsabilidade? Como alcança-lo? É preciso, primeiramente,
ter em conta que os destinos do dia, são responsabilidade pessoal. De cada um
depende, independentemente dos afazeres, obstáculos, dificuldades a forma de
encaminhamento, solução de seus problemas. Para tanto, é preciso preparar a
mente e o coração para as dificuldades que virão, inclusive e, especialmente, para os imprevistos que poderão surgir. Quanto
maior for o domínio dos pensamentos e sentimentos, o controle dos movimentos
mentais e sensíveis melhor será a solução alcançada em cada uma das
empreitadas. Por consequência, o grau de
dificuldade, sofrimento, desgaste causado por cada embate é de responsabilidade
pessoal, da mesma forma que a dose de
sofrimento. Portanto, para que o dia seja feliz é preciso, inicialmente, conceituar o que é a vida, como quero que ela
seja, de que forma quero ser lembrado, o
que cada acontecimento que irei viver possui de importância para os objetivos
pessoais. Construída hierarquia do que efetivamente importa, muitos, ou a
grande maioria dos pequenos incômodos, passarão desapercebidos, não produzirão sofrimentos, desgostos, devido sua insignificância. Por outro lado,
mais sereno, maior será a amplitude da percepção, observação, consciência dos
acontecimentos, e, portanto de uma condução mais adequada. O dia feliz,
depende, como dito, da forma que
encaramos os inúmeros acontecimentos que nos envolvemos diariamente, e muito
particularmente do estado interno, do domínio dos defeitos de caráter. Se
quisermos ter um dia feliz, precisamos aprender a perdoar mais, tolerar, ser
paciente, cultivar a humildade, ter em conta que tudo é objeto de aprendizado.
Para ser feliz é preciso primeiro conviver bem consigo mesmo e por consequência
com o semelhante, não molestar e não molestar-se.
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