
Por conta da ignorância humana á
cerca da atuação das leis que regem este magnífico sistema chamados cosmos,
foram criados artifícios para justificar os erros cometidos ao longo da vida. A
mais comum das justificativas é “errar é humano”, e, por conta disso, multiplica-se a indústria
que vende os “perdões” pelas falhas cometidas. Como dito, tal comportamento
somente subsiste ante a falta de capacidade do homem de refletir sobre o
absurdo adotado, restando inconcebível
que pudesse um sistema perfeito tolerar, alimentar os erros premiando-os com o
perdão. Tal disparate emerge de clareza solar
em todos os processos da criação, externados através das leis onde tudo acontece na mais absoluta harmonia, e, por conta disso, qualquer atuação fora do
contexto sofrerá, inevitavelmente, os influxos
certeiros, inexoráveis delas. A
fim de melhor ilustrar o contexto, basta analisar e refletir sobre as leis
humanas, as quais são um débil reflexo das regras universais, forma “copiada” pelos homens para regular
a convivência, exatamente por conta do desconhecimento daquelas que
emanam da mente universal. Através das leis humanas, incessantemente, vem procurando o homem corrigir, ajustar
regras de convivência, especificamente a fim de evitar, corrigir,
sancionar atuações contrárias ao “bem
comum”. Referidas regras produzirão seus efeitos independentemente do seu
conhecimento, ou seja, assim que é publicada a lei, presume-se de ciência pública. Deste modo, de nada
adianta, uma vez infringida a lei, alegar ignorância, tampouco pedir perdão, as consequências são inexoráveis. Assim também
ocorre, com a infringência ás leis da
criação, onde cada erro implica no pagamento de um preço, sanção, nenhum
efeito, importância possuindo o fato de pedir perdão. A beleza do perdão
aproveita apenas àquele que foi vítima do erro e que, devido a grandeza de seus valores, dispõe-se
a resignar-se. Por outro lado, o responsável pelo erro, obrigatoriamente, pagará o preço de sua infringência.
Portanto o caminho da evolução implica
em evitar os erros e, por outro lado, ajustar a conduta com atitudes de
grandeza que sirvam para pagar os débitos antes contraídos.
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