quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Lei da herança




 
 
Em que pese a pouca reflexão sobre o tema,  cada vez mais aceito o fato que somos regidos por leis que governam e controlam todo este sistema chamado cosmos. Como ciência, bastaria a cada indivíduo,  se constituir em um cientista da própria vida para comprovar onde está a verdade ou o erro. No entanto, por estarmos muito preocupados com a vida profissional,  com as conquistas do mundo econômico, devido ao engano introduzido por àqueles que se intitulam intermediários de Deus,  não nos dispomos à observar ás inúmeras provas espalhadas pela criação sobre o assunto.  Uma delas, eloquentemente demonstrada,   em  todos os âmbitos da vida é a lei de herança. Não por acaso, como ocorre com as demais,   por analogia, criou o homem lei específica que rege os destinos do patrimônio material e até moral dos indivíduos.  Esta transmissão de bens, direitos, deveres etc,  estabelece que os sucessores por relação de descendência, ascendência, colaterais ou afins irão herdar, segundo uma hierarquia de proximidade os feitos daquele que cessou a vida física. Como dito, como ocorre com a Lei dos homens, herdamos também, de nossos ascendentes características, afinidades, valores e defeitos. Portanto, neste grande laboratório chamado vida, uma das formas mais eficientes de conhecer dos segredos é observar em tudo o que ocorre ao nosso redor. No caso específico,  observar nos pais, avós, irmãos, tios, buscando compreender  em cada um que tipo de pensamento ou tendência os conduz. Atentar que quando o mundo interno reage é porque encontrou no outro  idênticas características. Da mesma forma,  é possível identificar qualidades, afinidades,  virtudes que  são os responsáveis pela condução acertada na vida.  Em que pese a evidência da atuação da citada lei,  comumente,   é reconhecida sua influência nos filhos pequenos. Posteriormente, quando crescem, muitos são os casos de distanciamento, conflitos, oriundos, especialmente das mesmas tendências que na infância não criavam reações.  Portanto, cumpre a cada filho, avaliar as relações com seus pais, aproveitá-las para  o próprio conhecimento, ciente de que amanhã tais valores serão extremamente úteis nas várias empreitadas da vida, inclusive com seus próprios filhos. 

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