domingo, 1 de setembro de 2013

Que sabor terá o dia de hoje?



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 A correria dos inesgotáveis compromissos profissionais e familiares, normalmente, não nos permitem,  perceber,  que estamos vivendo mais um dia, e que este dia poderá ser o último, talvez não o nosso, mais de nosso amigo, familiar, colega etc.  Também não existe tempo para perceber que sensações estão sendo experimentadas no mundo interno, o que sentimos quando acordamos e vemos  o sol, a chuva aquela brisa geladinha ou mais quentinha.  Tampouco percebemos a presença dos filhos, dos pais, maridos ou esposa, estamos muito ocupados com um turbilhão de pensamentos, tarefas para serem executadas. E, assim passamos dia após dia, sempre protelando para o futuro o desfrutar verdadeiro da vida,  ou seja, de observar, serenar, refletir, compreender cada movimento que ocorre ao nosso redor e seus reflexos no mundo interno. O tempo passa rápido, mais uma semana se foi, e não consigo lembrar de um único fragmento importante, que marcou, que de fato vivi durante este pequeno período de vida. E, assim vão os meses, os anos,  sem dar-se conta de que o sabor do dia que será vivido é tarefa própria. Ou seja, a responsabilidade pelas doces ou amargas sensações que serão experimentadas durante este dia são exclusivamente  pessoais.  O mais cômodo,  o que geralmente fazemos,  é  atribuir toda  responsabilidade das amargas sensações do dia a terceiros, ao chefe, ao empregado, a esposa, ao filho, ao trânsito, ao cliente ou até aos desconhecidos que de alguma maneira supostamente alteraram nosso estado de ânimo.  Ocorre que, esta alteração no estado de ânimo é responsabilidade pessoal, nenhum outro ser detém o poder de transformar nossa doçura interna em amargura, se assim ocorre é porque permitimos, autorizamos e ainda nutrimos elementos afins. Portanto, o sabor deste dia que será vivido é responsabilidade própria basta proteger o mundo interno, manter inalterado o ânimo,  o propósito de ser feliz.

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