sábado, 12 de março de 2011

Depressão origem do mal


Estava lendo uma matéria que tratava da doença que mais nos atinge no momento, a "depressão". Analisando a evolução do homem nos aspectos físicos, conforto, saúde, lazer,  inegável do decisivo e significativo avanço, no entanto,  tais avanços ao invés de proporcionar mais felicidade, tem, ao contrário,  produzido a doença referida. O que falta? Onde buscar? Por conta da ausência de respostas, muitas são as ofertas no mercado, prometendo soluções para a dor e o sofrimento. Penso que a tarefa  somente pode ser feita pelo próprio ser. O grande mal, segundo penso, é a ignorância sobre aspectos decisivos da vida, por exemplo,  quem e como sou? É consenso que somos constituídos de uma parte biológica (ser físico), a psicológica (formada pelo sistema mental e pela sensibilidade), e outra espiritual. Compreendo,  que o grande mal está,  exatamente,  em desconhecer a parte mais importante, a única que é imperecedoura a espiritual. Para conhecer esta parte, " a espiritual", temos os mecanismos mental e sensível, cujos sistemas, devidamente nutridos e cultivados, permitirão conhecer áquele. Ocorre que, tampouco conhece o ser humano essas faculdades, ou seja,  suas prerrogativas e funções. O sistema mental é o caminho ou canal que permite ao ser acessar outros conhecimentos.  Ocorre que,  tampouco  se conhece quais são as facudades que compõe tão precioso sistema (mental), geralmente, confundindo, faculdade de pensar com a de recordar, não compreendendo a importância  e alcance de uma das mais importantes que é a de observar, limitando-se ao que os olhos físicos podem mostrar. Por conta de tal desconhecimento é comum o sofrimento causado pela confusão entre a faculdade de pensar e a de imaginar.   Tal faculdade "imaginação" insuflada por uma série de defeitos caracteriológicos, (deficiências e propensões), supõe existir uma série de acontecimentos, que, de fato, não são reais, razão de muito sofrimento antecipado e desnecessário. É necessário pois, conhecer nossas prerrogativas, proteger,  alimentar e utilizar-se das grandes potenciais energéticas,  tendo em conta que só o exercício constante é que aprimora o uso, assim como qualquer parte do nosso corpo físico. A ausência de conhecimento de proteção e uso de tais energias internas, proporciona o surgimento do debilitamento, produzindo, por consequência,  a depressão.

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