sábado, 12 de março de 2011

Sinais II


O cotidiano do mundo externo,  a convivência exigiu e permitiu a construção de inúmeros sinais que nos indicam a conduta ou o caminho a ser seguido. Assim, por exemplo, é a sinalização de trânsito, de tráfego aéreo, marítimo, regras comportamentais  em ambientes, órgãos etc. No entanto, a leitura, o entendimento, a obediência a  tais sinais não nos diferencia, ao contrário nos torna iguais. O que nos faz diferente, o que explica o sucesso ou o fracasso em nossas atuações diárias, é a capacidade de perceber e compreender a presença de inúmeros sinais não escritos, não explicitados, não perceptíveis  quando não nos dispomos a ver além do que os olhos físicos conseguem mostrar. A criação, perfeita em todo funcionamento, oferece,  incessantemente, sinais que indicam a boa ou a má atuação do homem. A incapacidade do homem em compreender referidas indicações, tem custado e continuará custando, muito sacrifício e sofrimento. Assim também o é em relação aos relacionamentos afetivos, onde incessantes sinais indicam a construção ou destruição dos laços que unem os seres. Os filhos, a esposa, o esposo, diáriamente emitem sinais, que ao atento   observador oportunizarão e permitirão a correção de rumos. O nosso corpo físico, igualmente,  emite sinais, nos mostrando os inadequados habitos e os malefícios que nos causam. É necessário pois, aprender a perceber os sinais, cuja percepção proporcionará,  sem dúvida,  muitos acertos e evitará grandes sofrimentos.

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