
Muito se fala do amor, de sua
importância, do amor entre os seres, a Deus etc. Entretanto, poucos são os que
se detém a esclarecer o que é o amor,
como cultivá-lo, onde encontra-lo. Por
conta da ausência de informações, resta a confusão estabelecida ao longo da
existência sobre o que seria fruto do amor. Dizem que se mata por
amor, que por amor se castiga, que até Deus por amor impõe sofrimento. Ora como
é possível imaginar que um sentimento tão sublime possa impor sofrimento a
outrem deliberadamente? Os enganos são muitos, não sabemos o que é o bem e o
mal, a verdade o erro, Deus, e, do mesmo modo, não conhecemos o amor.
Primeiramente é preciso deixar claro que amor, jamais, em tempo algum será um
sentimento que pretenda impor a quem quer que seja sofrimento. Impossível
pensar o amor como castigo ou qualquer outra atitude que provoque dano ao
semelhante, a Deus ou a própria criação. O amor é uma força que tem sua sede no
coração do ser humano dependente da
construção de credenciais para que atue. O amor é uma força altruísta
diretamente proporcional ao grau de evolução do ser, evolução esta relacionada
aos aspectos mais importantes da vida, que dizem respeito a quem somos, de onde
viemos, para onde vamos e, especialmente, do que iremos deixar para a humanidade
futura. Um ato de amor é uma
manifestação silenciosa que emerge sublime, pura, do mundo interno, e se espalha por todos os lugares por onde passamos. É o amor que equilibra e dá sabor a vida, é
ele que nos faz feliz, que transforma tudo o que fazemos em algo belo,
digno. É o amor que liga, une o que
vivemos com nossa própria vida, com o semelhante, e, especialmente com a
própria criação. A força do amor
transforma, muda, faz a vida palpitar
como expressão mais sublime do bem, assim compreendido quando contribui para
uma humanidade melhor e mais feliz.
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