Como tudo em nossa vida, a
natureza, a criação que nos rodeia, nos
oferece, todos os elementos de que
precisamos para compreender os mais valiosos segredos. Absolutamente tudo pode
ser descoberto e compreendido com o uso da inteligência, observando e
refletindo sobre os movimentos que nos cercam. Assim, se observamos, o sol, a
lua, as estrelas, perceberemos que são energias que iluminam não só o sentido da
visão, mas, especialmente, as mentes e
corações humanos. Assim também somos nós, que fomos criados e dotados dos
sistemas, mental, sensível e instintivo para que façamos da vida uma obra
prima, nutrida e cultivada a fim de aumentar em volume inestimável a
inteligência. Do grau de inteligência individual, resultará a quantidade de luz
que cada um será capaz de irradiar. No entanto, a inteligência que produz luz
não é àquela utilizada para impor poder, acumular bens materiais. Não, iluminar
ou escurecer a vida depende de enriquecê-la com elementos de outra índole, ou
seja, “transcendentes”, àqueles que estão acima das pobrezas humanas. Prova de
que a luz que emerge da vida humana é fruto de outros valores resta estampada
em cada novo ser que chega a este mundo. É evidente a irradiação de luz que
transmitem os pequenos, basta observar, recordar de nossas infâncias. Ou seja,
nascemos iluminando, fruto da partícula divina chamada espirito. No entanto,
devido a falta de conhecimentos transcendentes, que nos façam evoluir, conhecer,
e saber de nossa origem e destino, ao
invés de enriquecer a inteligência a fim de manter e aumentar a energia que
ilumina, vamos, aos poucos, nos afastando, escurecendo a caminhada. Se
observarmos ao nosso redor, fácil constatar da existência de muitos que
espalham escuridão por onde passam, e outros, com suas condutas meritórias,
superiores, cheios de afeto, respeito, amor que iluminam a caminhada própria e
a dos demais. Portanto, podemos ser luz ou escuridão, segundo sejam os
pensamentos e sentimentos que nos conduzem.
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