Independentemente da idade
física, poucos são os seres que
conseguem identificar as causas de seus comportamentos. Raro também, a capacidade de explicar os mais variados
estados mentais que nos acometem diariamente, instantes de alegria, outros de
tristeza, nostalgia. Comum encontrar seres amargurados, tristes, cujas características se tornam um padrão
comportamental, sem que se detenha o ser, a tentar, diagnosticar as causas do estado que lhe
acomete. Como dito e reiterado, neste
perfeito sistema cósmico em que vivemos, nada ocorre por acaso, tudo tem uma
causa que pode e deve ser descoberta. Por esta razão somos dotados de
inteligência, cujos alcances sequer conhecemos, mas que, devidamente nutrida
com os adequados elementos, permite descobrir os segredos mais escondidos. Por óbvio, se a inteligência nos possibilita saber todos
os segredos da criação, certamente, nos proporciona a condição de descobrir tudo o
que ocorre em nosso mundo interno, e, assim, sabendo como se movem as
engrenagens internas, compreender as
razões de nossos sofrimentos, angústias, amor ou ódio, fracasso ou sucesso, alegrias
ou tristezas. No caso do presente artigo, pretendo chamar atenção para o
mecanismo responsável por nossos comportamentos. Refiro-me aos pensamentos. Os
pensamentos são os agentes naturais da natureza humana, eles ditam nossos
estados, modalidades, características. Além disso, são capazes de andar de mente em mente, sem
que nos demos conta a quem pertence,
causando-nos, não raras vezes, muitos dissabores. Depois do estrago realizado desaparece ele
sem que consigamos explicar porque agimos desta ou daquela forma,
carregando, o fardo de um comportamento, que, conhecedores das
perspicácias deste mecanismo, certamente, poderíamos evitar, e, evidentemente acertar muito mais.
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