quarta-feira, 6 de abril de 2011

Criação, Deus e Ciência?


Ao longo da existência do homem na terra, tem a ciência se debatido nas mais diversas teorias  que pretendem comprovar como surgiu a vida, como se desenvolveu até chegar ao  modelo atual. Por conta de tais investigações,  especialmente,  se tem concluído que  ciência e Deus não se compatibilizam. No entanto, penso que tal premissa é equivocada,  refletindo apenas a incapacidade do homem em ver além daquilo que os olhos físicos conseguem mostrar, notadamente,   sobre a existência de um outro mundo, “o metafísico”, mundo das grandes idéias, forças, energéticas que regulam e controlam a criação. Tanto é assim que os mais diversos gênios já produzidos,  intuíram,  sobre a existência de algo além do que sua capacidade conseguia enxergar, e, talvez por isso, até hoje,  somos ensinados que utilizamos menos de 10% de nossa capacidade mental e sensível. Essa busca incansável pela origem da criação é inócua  e sem nenhuma importância. Ora, se um dia chegar a ciência a comprovar que,  algum fator importante ocorreu para o surgimento  do cosmos, de nada servirá para demonstrar qual será o nosso destino. Além  disso, constatado tal acontecimento, quantos outros anteriores da mesma importância não teriam  ocorrido para que o decisivo acontecesse? O irrefutável  é que, todos estes processos da criação não ocorrem por acaso,  independentemente do aspecto que se estuda, tudo tem causa, tudo tem efeito. Ora se todos os processos tem se cumprido segundo uma rigorosa ordem,  tais fatos não são por si suficientes para comprovar que existe uma grande mente reguladora e organizadora de tudo?  Ao invés de correr atrás da cauda,  e,  dificilmente  se encontrará a  extremidade, mais útil seria,  estudar nosso destino, para  que e para onde caminhamos. Se nos preocupássemos mais com nosso destino, cuidaríamos melhor de nós mesmos e dos nossos semelhantes,  seriamos mais solidários, reflexivos, atentos,  e, certamente mais felizes, nosso meio ambiente seria mais equilibrado, conviveríamos melhor, investiríamos,  decisivamente  no ser,  e, com certeza nos aproximaríamos mais do criador.

Nenhum comentário:

Postar um comentário